Domingo, 4 de Dezembro de 2005

Vale a pena examinar

Acho que vale a pena examinar a possibilidade matemática do plano abaixo descrito
Plano econômico dos excluídos .
O que está escrito neste texto é o resultado de pesquisa sem perguntas, feita por mim, principalmente entre os pobres excluídos. Dá para perceber, nas conversas dos excluídos, o desejo de conseguir a qualquer preço a volta de tudo que lhes foi negado e tirado. O tudo que eles querem é o mínimo que Deus exige, para os Seus filhos que vivem no pauperismo criado pela ganância e autoritarismo.

O bom senso manda escutar os excluídos para chegarmos a um consenso que facilite a aplicação das mudanças descritas, antes que algum líder habilidoso consiga a adesão dos excluídos para reforçar a violência que já está em curso.

Zerar a fome e o desemprego é possível se for considerado o plano dos excluídos que sugerem o seguinte:

A contribuição para a previdência social deve ser obrigatória desde o nascimento até á morte.

A contribuição social tem que ser um percentual acrescido ao valor das compras e serviços para que a contribuição seja proporcional ao poder aquisitivo de cada cidadão. É o melhor método para cobrar de todos os cidadãos, honestos e desonestos, empresários legais e ilegais, traficantes e contrabandistas porque todos são consumidores e por isso ninguém fica isento.

Este plano, garimpada nas conversas dos excluídos, mostra que é necessária a contribuição de cada habitante do País, para o social desde o nascimento até há morte para garantir aposentadoria, salário desemprego e assistência médica total para todos os cidadãos.
Os excluídos acham que este plano pode tirá-los da exclusão e colocá-los na classe de consumidores normais.

Com salário desemprego permanente mais 20% por dependente menor, não haverá mais necessidade de exercer, nos espaços públicos, comércio ilegal e pirataria que são campeões sonegação de impostos. Sustar essa sonegação seria uma grande ajuda para a previdência social. Quem tem salário garantido deixa de ser problema para a sociedade pois não precisa mais se humilhar pedindo ajuda por caridade; o exercício da caridade em pleno século 21 é uma vergonha para os políticos

As empresas legais e funcionários registrados, sozinhos, não podem sustentar a previdência social. Portanto a contribuição acrescentada ás compras e prestação de serviços não é mais um imposto; é penas a transferência de uma contribuição para cobrar de todos o que está a ser pago por poucos. .

A retirada da carga social das empresas e funcionários, com certeza, vai baratear a produção. Palavra dos excluídos.

Isenção deve ser permitida somente para turistas estrangeiros que não serão beneficiados pelo plano

A alta contribuição que os ricos e grandes consumidores vão pagar, não dá direito a aposentadoria proporcional nem tratamento diferenciado; tratamento e aposentadoria deve ser igual para todos. Existem planos privados de saúde e aposentadoria para quem quiser mais e melhor.

Com fiscalização severa agindo nos setores de venda ao consumidor ,teremos garantido a cobrança para a previdência e também o recolhimento dos demais impostos que não tem nada a ver com contribuição social

Se não for possível sonegar no varejo, não adianta estocar sem documento fiscal, porque quem compra sem documento fiscal tem que vender do mesmo jeito; se o leão fisco perceber vai devorar o sonegador. Os caixas que trabalham nas vendas ao consumidor final têm que ser considerados cúmplices no caso de haver sonegação por ordem da empresa.

Os funcionários operadores de caixa têm que agir como fiscais por força de lei Todos os caixas devem receber instruções adequadas. Devem guardar também um extrato do movimento para serem confrontados com os valores registrados na contabilidade da firma, no mês seguinte, para tirar dúvidas se necessário.

Essas mudanças têm como objetivo dos excluídos, conseguir a devolução, de maneira suave e pacífica, de tudo que lhes foi negado pelas classes sociais dominantes: será a reversão do processo usado pelos gananciosos para roubar os pobres. Deus dá tudo para todos, mas não faz a distribuição, porém exige que seja feita para que tenhamos a paz que desejamos..

No Brasil, o salário mínimo de 300 reais trava o crescimento da economia porque a previdência social deficitária impossibilita a atualização desse salário por causa dos aposentados. Portanto é urgente passar a contribuição social para as vendas ao consumidor cobrando um percentual suficiente para cobrir todas as despesas e ainda tornar a previdência superavitária.

A contribuição para o social sendo proporcional ao poder aquisitivo é justa e necessária para eliminar a miséria. O plano dos excluídos possibilita zerar a fome que é o foco da desordem mundial , segundo a opinião deles.

Os excluídos ainda acham que o plano , descrito acima, poderia ser aplicado , sem dificuldade em qualquer País, com uma simples alteração. Essa alteração seria a retirada de uma percentagem, do total arrecadado em todos os países do mundo, para ser depositado em bancos indicados pela ONU.
A própria ONU faria a distribuição de acordo com as necessidades de cada País pobre,. com a finalidade de compensar o déficit de arrecadação que trava desenvolvimento social e crescimento sustentado.

O dinheiro é o sangue do corpo social e. cada humano, é uma célula que deve receber - a oxigenação que precisa, - que neste caso é o dinheiro na pressão certa. Nenhuma célula pode ser asfixiada para que o sistema da corporação não fique comprometido
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Sou português . Nasci na freguesia de Souselo, Conselho de Cinfães , Viseu. Não Tenho estudo acadêmico e por isso autorizo correções no texto. Vivo no Brasil desde 1962 e não voltei mais a Portugal. Meus conhecimentos e cultura foram adquiridos em livros, jornais e Internet sem orientação de professor. Bernardo Lopes da Rocha. Id. W 436827 RNE Rio de Janeiro R J Brasil
. bernardolopes@superig.com.br ou lopesdarocha@sapo.pt
Meu blog. Lopesdarocha.blogs.sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 22:07
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