Sábado, 5 de Novembro de 2005

...

Amigos de Olivença. O meu voto é para que...
Nunca votei. Saí de Portugal com vinte e oito anos completos. Servi o exército mas nunca servi a política pois não havia meios que eu pudesse usar para participar , Quando eram realizadas eleições para- inglês ver – distribuíam-se cédulas para os amigos da situação votarem. A mim nunca deram a cédula; acho que a PIDE, por intuição, sabia que eu era contra,
Com certeza,era isso, porque quando alguém dizia; - Angola é nossa-, eu tentava logo vender a minha parte
A situação dos outros não me preocupava porque eu não dependia de emprego para viver. Reconheço o erro !
Sempre escutei o rádio e lia o jornal O rádio era mais para ouvir música. O noticiário era chato; guerra da Coréia e outras, revoluções mais a guerra fria e ameaça de guerra mundial com uso de armas nucleares, só me faziam pensar que em Portugal estava tudo bem. Eu até gostava do Governo de Salazar, apesar da pobreza, por saber que outros Países tinham o mesmo problema.
Nas minhas conversas com pessoas amigas ou não, eu sempre dizia algo contra a guerra colonial e por isso alguém disse-me; As tuas teorias podem ser aceitas no Brasil, onde tens família!. Eu entendi e por isso estou no Brasil, há 44 anos.
Os imigrantes podem votar mas eu nunca votei. No próximo ano talvez vote , e posso até votar no Cavaco, se ele garantir que vai dar poder aos amigos de Olivença para negociar a reintegração de Olivença ao território português, mais o valor da exploração ilegal do território usurpado.
Quanto aos oliventinos, sabemos que se consideram espanhóis,porque a quase totalidade deles nem sabem o que aconteceu de horrível na terra que ocupam, por isso vamos oferecer-lhe a dupla nacionalidade. Se não aceitarem, terão que optar entre legalizar-se ou sair .
No caso do Governo espanhol não aceitar negociar, teremos que partir para a invasão pacífica, usando o método que os -- sem terra –usam aqui no Brasil. Eles ocupam as fazendas ou bloqueiam estradas e só partem para a violência em resposta a violência.
Todo o dia leio algum jornal de Lisboa ou Porto, e conclua que o crescimento de Portugal não depende somente do presidente. É difícil de acontecer o crescimento ,sem a participação do povo e da imprensa livre que devem denunciar a corrupção de, grandes e pequenos,sem cessar. O governo também precisa de ajuda.
Lopesdarocha @sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 21:59
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