Terça-feira, 29 de Novembro de 2005

Jornal de Olivença

Jornal de Olivença
Gostei dos detalhes mostrados na descrição dos arquipélagos da Madeira e Açores, publicado pelo Jornal de Olivença; detalhes que eu desconhecia, pois sabia pouco além das datas do descobrimento e situação geográfica,
É bom conhecer a Nossa História e também a das restantes nações da Península. Sem esse conhecimento é difícil entender certas preocupações. O Jornal de Olivença , é novo, mas já tem um acervo grande e muito útil, não só de geografia, história e política; além disso tem mais um numero razoável de LINKS esclarecedores que estão disponibilizados para os visitantes.
No Jornal de Olivença aprendi muito mais que nos restantes da mídia. Esse jornal, vai crescer mais porque nele encontramos, Desabafos, Criticas e Sugestões, de interesses nacionais escritos pela oposição que não tem espaço nos outros jornais.
A maioria dos políticos desconhece o quanto poderia aproveitar no Jornal de Olivença que divulga os pareceres da verdadeira oposição de quem se preocupa, para valer, com os problemas criados pelos desgovernos dos últimos trinta anos
Espero que, o próximo Presidente que viveu e, certamente agiu nos anos de desgoverno, tenha em mente o que aprendeu e lembre a todos, tudo o que o governo não deve permitir e também que a autodeterminação e direitos humanos não anulam a disciplina nem os deveres.
Se o Presidente não tem poderes para legislar então deve agir como juiz baseado nas denuncias investigadas pela polícia e Ministério Público ; ele é também magistrado do Supremo Tribunal
Eu fico triste; digo triste para não dar asas á raiva que me dão os desacatos de A J Jardim e Gabriel Drumond quando falam em independência e citam Portugal como simples retângulo desprovido de valores para os portugueses da Madeira. O próximo Presidente tem obrigação de agir e punir os fanfarrões autores desses desacatos.
Eu sei que é impossível conseguir autorização de Lisboa para um referendo com finalidade separatista pois uma autorização desse tipo seria abertura de precedentes para outras províncias do continente e de outros Países. Onde não existem diferenças culturais também não pode haver desavenças nem separatismo Não havendo diferenças culturais podemos concluir que esses separatistas são realmente pessoas desajustadas. Quero ver o Próximo presidente mostrar firmeza nas decisões referentes á integridade territorial e exigir com determinação firme a reintegração de Olivença ao território português.
bernardolopes@superig.com.br
publicado por blopesdarocha às 23:12
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Domingo, 27 de Novembro de 2005

Candidatos

Nem Manuel Alegre, Jerônimo de Sousa nem os demais candidatos apresentaram projetos que possam ser interpretados, facilmente, pelos menos esclarecidos, embora eu ache que a intuição mostra o caminho certo. A intuição rejeita a mentira; a prova é a rejeição popular que repudia os planos fantasmagóricos . Eu só votaria no candidato que não se preocupa com os planos dos outros nem tenta rebaixá-los mas que apresente planos capazes de fortalecer a economia de todas as famílias e recrie uma classe média forte. A classe média sólida fortalece a classe pobre. A classe pobre contém os verdadeiros obreiros que revolvem o inerte para revolucionar todos os setores da economia que vão produzir o crescimento e a estabilidade social. Os planos de obras gigantescas somente garantem a segurança familiar dos ricos e o que sobra não tira os excluídos da lama do fundo do poço. Os pobres sabem que nada sobra para eles . Um exemplo é o caso do aeroporto da Ota, que pode gerar 50.000 empregos, porem o efeito na Portela e no Sá Carneiro e o complexo que os envolve, quando atingido, pode aumentar o desemprego no geral. Nenhum candidato criou um plano que de condições ás freguesias de recuperar a população perdida atraindo-a para a agricultura de subsistência os desempregados sem qualificação . Cedendo para eles – voluntários- as terras abandonadas e dando-lhes assistência necessária, através da junta da freguesia, estará a ser feita uma reforma agrária com custo baixo por ser simples e experimental. Um pobre não tem poder mas juntos são os milhões que. podem reconstruir País ou destruí-lo. Vamos fortalecer as freguesias do interior; é nelas que esta o povo mais carente.
bernardolopes@superig,com.br
publicado por blopesdarocha às 00:05
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2005

A bem ou a mal

Eu gostaria de saber, se os direitos dos habitantes da região da Madeira são iguais aos dos habitantes do continente. Agradeço a informação.
Do diário de Noticias de 23/11/05 :
“A bem ou a mal”, o Deputado do PSD /M, Gabriel Drumond e presidente do fórum para a autonomia da Madeira, exigiu , perante o plenário da Assembléia legislativa, um referendo para decidir sobre a independência da região. O deputado pede aos colegas para darem as mãos e lutarem para que a Madeira se liberte do poder colonial. Ele quer a descolonização. Acho essa expressão uma afronta provocante e não entendo porque o Presidente da República, o supremo tribunal ou Ministério Público não reagem Será que todos os membros do nosso governo são Iberistas? Parece que sim! Pois nenhum se preocupa com Olivença e parece não se importarem muito com a perda do arquipélago da Madeira.. Pelo que eu sei , Portugal não tem mais colônias e o deputado Gabriel Drumond sabe que são muitos os Paises que tem ilhas. Qualquer madeirense, suficientemente instruído pode ser presidente de todos os portugueses de Portugal Continental e Insular. Sabe também que se fosse dada ao povo a opção de independência, mesmo de pequenas regiões, teríamos atualmente no mundo muitas Andorra , Sam Marino, Mônaco e São Tomés. Por citar São Tomé, aproveito para dizer que a sua independência e a de Cabo Verde aconteceu por influência racista de um lado ou do outro,: Essas ilhas deviam ser parte do território português pois não foram tomadas de ninguém. Gabriel Drumond e A J Jardim não conseguem esconder que o que querem mesmo é um condomínio fechado com status de País, só para turistas ricos; seria um paraíso fiscal e uma tremenda L Vegas ou Monte Carlo. Gostaria de saber se qualquer cidadão português pode processar o deputado provocador e qual a lei que ele infringiu . Se eu puder e tiver ajuda vou agir!
bernardolopes@superig.com.br.
publicado por blopesdarocha às 18:47
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Domingo, 20 de Novembro de 2005

Litígios de Olivença e outros

Olivença. Pensando que posso ajudar.
Portugal existe desde 1143. Em 1297 foi alterada a fronteira, por tratado legal, na altura de Olivença.
Em 1492 nasceu a Espanha, formada por alguns reinos, unidos por acordos ou pelo poder de Castela; eu não sei como foi!. O novo nome do País vizinho – Espanha- não alterou a fronteira com Portugal, portanto , Olivença, continuou portuguesa, sem problemas sérios até 1801. Antes de 1801, nenhum tratado referente a fronteira foi feito com a Espanha,.que até hoje, é uma federação insegura.

Sem motivo, e com a conivência da França, Portugal ameaçado, assinou o tratado de Badajoz, que nos tirou Olivença, Alguns anos depois a Espanha reconheceu o erro e se comprometeu a devolvê-La em tratado devidamente assinado, mas não cumpriu. Talvez, o governo espanhol, tenha vontade de cumprir o tratado de Viena , porem não o faz. O governo espanhol tem uma certeza : ceder Olivença é iniciar á desintegração. Depois de Olivença será Ceuta e Mellila; Gibraltar será anexado a Andaluzia porque a Espanha já foi..

Um tratado imposto pela força militar não pode ser aceito pela comunidade internacional.e, por não poder aceitar, terá que intervir para decidir, pois os argumentos dos portugueses patriotas, durante duzentos anos para reaver Olivença, não convenceram os espanhóis que continuam a debochar de nós Se não houver interferência internacional para decidir então, para começar, . teremos que partir para invasão pacifica como fazem os –sem terra- no Brasil; ocupam fazendas, bloqueiam estradas e só usam a violência contra a violência. Se não for suficiente muda-se a tática

O Governo sediado em Madrid é o governo de Castela que vai ficar só se continuar com a política prepotente e, nessa condição, terá que ser anexada pelas nações que a circundam. É o fim do domínio castelhano perturbador!

Os blogs, criados para debater os litígios de fronteira, mostram também até que ponto os portugueses estão dispostos a ajudar o GAO, na recuperação de Olivença. Sempre há quem ache pequeno o número de manifestantes blogueiros, mas não é pequeno para quem sabe que só em 5% da população estão os lideres que decidem. Os restantes 95% são os conformados e os medíocres sempre obedientes ao comando; Esse procedimento mostra que os colaboradores do GAO, são parte considerável dos 5% que lideram.

Mais nos blogs que nos jornais vê-se a preocupação e medo do domínio econômico da Espanha que tenta dominar comprando terras, comunicação e transporte. Pode comprar a vontade porque nunca vai levar.Será que o Governo está contaminado por esse medo e por isso nem fala do litígio de Olivença.?

O investimento estrangeiro só é perigoso quando compra fabricas para fechá-las ou transformá-las em pontos de revenda de produtos fabricados no Exterior.

Os Espanhóis sabem que a Espanha tem pés de barro que são um sustentáculo frágil e, por isso, .acham melhor investir em Portugal que não tem problemas de separatismo . Portugal não está bem. Porém os portugueses estão conscientizados e não perderam o orgulho. Sabemos que precisamos agir já para sairmos do atraso gerado pelos desgovernos dos últimos trinta anos e vamos conseguir em três.

Ficção ou paranóia ? Os problemas futuros não serão mais o atraso de Portugal mas, será, com certeza, a Península, se não for redimensionada. Ficará tudo melhor se forem criados nela, três Países que seriam; Ibéria Norte, Ibéria Sul e Ibéria Ocidental. A área de Madrid seria dividida em três partes, uma para cada novo Estado, que nessa área, criaria a sua capital para que nenhuma das regiões de cada novo País exija a Capital em seu território.. A Ibéria Ocidental seria : Galiza, Leão, Portugal e Estremadura. A Ibéria Norte ficaria com a Castela Velha e a Ibéria Sul, ficaria com Castela Nova e as ilhas Canárias.Será o fim do domínio de Castela que trará paz e tranqüilidade para todos os povos Ibéricos.

Parece que a União Européia fará esquecer todos os problemas fronteiriços; seria bom! Mas ao nível do subconsciente coletivo todos os problemas ficam gravados aguardando acertos como se fossem rixas. Portanto é conveniente acertar os pequenos litígios de fronteira, para que, na futura grande comunidade, esses litígios não atuem como os vírus da Internet. bernardolopes@superig.com.br ---- lopesdarocha@sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 15:10
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Domingo, 13 de Novembro de 2005

A Europa está confusa

Para o proximo presidente meditar
Está muito confuso o convívio social na Comunidade Européia .
A União Européia, é uma babel, porque ainda não tem um idioma comum para todos. A salvação é o idioma inglês, já usado por muitos, na maioria dos países membros. .

Para complicar mais a confusão, temos agora as perigosas revoltas dos imigrantes, que tem o apoio de todos que se sentem desintegrados . Porém o sentimento de desintegração não é exatamente a causa da revolta.

Pouco importa aos trabalhadores estrangeiros, que os países onde residem, não considerem como nacionais, os seus filhos, porque, a maioria deles nem querem esquecer as suas origens.
Eu sou português e moro no Brasil há 44 anos: São 44 anos que não alteraram nada o meu amor a Portugal. A minha esposa é portuguesa e o nosso filho é brasileiro e optou pela dupla nacionalidade; aqui vale a liberdade de escolha. .

O Grande problema é o desemprego! Quem está empregado, só é desordeiro se for pessoa de índole má .
O salário garantido é melhor tranqüilizante e pacificador que existe. Quem ganha o suficiente para viver com dignidade, não pensa em violência: só pensa nas coisas boas da vida. Sem fome até o leão é manso mas , se ele estiver com fome, saiam de perto O mais que importa é o lugar que se escolhe para viver e a liberdade de voltar a origem se quiser ou puder. .

O desemprego atinge a muitos, sejam eles formados ou analfabetos; quem não fala o idioma do País em que trabalha é como um analfabeto; só encontra trabalho que não exige mais que os conhecimentos primários. .
Está claro que, o problema gerador de confusão e violência, é a falta de renda familiar.
Podemos então considerar como não problemáticos todos que tem renda e os sem renda que estão empregados E, sendo assim , ficam bem claras as medidas que devem ser adotadas!. Com certeza , o governo, vai ter que pagar,a cada desempregado, pelo menos, 70% do salário e mais Xis para cada dependente. Se pagar,. terá o direito de arranjar ocupação para eles.

Continuará a exclusão mas, somente, para aqueles que não dependem de salário para viver.

Quem está empregado, quem tem renda própria suficiente, e quem recebe salário desemprego sem interrupção, não precisa de caridade.nem da ajuda de ninguém e deixam ser problema para o governo, pois nem precisam exercer nos, espaços públicos, o comercio ilegal que é problemático,

. Esse comércio ilegal é o maior sonegador de impostos e servidor dos piratas . A extinção do comercio ilegal , só no Brasil, colocaria nos cofres públicos, mais de cem mil milhões de dólares por ano; seria uma grande ajuda para ó social.

Já citei algumas vezes, aqui e em outros lugares, o plano que poderá garantir salário para todos os sem renda própria; plano baseado em sugestões que me foram dadas pelos excluídos. Eu já duvidei desse plano, mas agora parece-me que pode ser a solução. Eis um simples resumo do plano!

A previdência social pode garantir a aposentadoria – reforma- e salário-desemprego para os sem renda, se a contribuição for cobrada de todos , desde o nascimento até á morte .

A contribuição será uma percentagem de XIS suficiente a cobrar sobre o valor da compra de qualquer bem, produto e serviço, sem exceções.
Essa contribuição não é mais um imposto, .é apenas a transferência para todos de uma contribuição que esta sendo paga por poucos.. Esta contribuição substitui a contribuição para o social de todas as empresa, grandes e pequenas e empregadores particulares e de todos os empregado. Essa isenção, com certeza, baixará o custo da produção.

Nenhuma instituição religiosa ou de utilidade publica poderá ser isenta, .porque se trata de uma contribuição que beneficiará todos. É a única maneira, de cobrar de, honestos ou desonestos, legais ou ilegais.

Isenção do imposto para a previdência só para os turistas estrangeiros que não serão beneficiados.
.
.Aposentadoria ou reforma terá um valor igual para todos. As altas contribuições, não dão direito a aposentadoria proporcional. por se tratar da devolução parcelada, de tudo que a ganância açambarcou. É a devolução do excesso retido que produziu a miséria. Aposentadoria de valor mais elevado só será possível com plano privado de previdência
bernardolopes@superig.com.br==== lopesdarocha@sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 20:59
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Domingo, 6 de Novembro de 2005

Violência na França

Violência na França
A desordem e violência destruidora na França, concretizada por imigrantes africanos e orientais. atingiu limites só possíveis sob o comando de lideres com treinamento para comandar guerrilhas. Uma multidão enraivecida pode causar grandes danos em poucos minutos, mas, sem comando, não poderá fazer nada durante dias em locais e hora pré - determinados .
Para os lideres habilidosos, das muitas facções existente, usando a comunicação instantânea , é fácil programar distúrbios para executá-los na hora e local conveniente. A mobilização das massas, que gostam de agir, também é fácil de conseguir porque todos estão atentos.
A um general americano, entrevistado, na época da Guerra da Coréia, foi feita a seguinte pergunta!; como será a terceira guerra mundial? ele respondeu mais ou menos assim; a terceira guerra mundial será mundial mesmo. Não será uma guerra atômica porque as armas nucleares serão desnecessárias . Será uma guerra que poderá ser chamada de guerra popular por estará fora do controle dos governantes legalmente estabelecidos, da policia e dos exércitos clássicos .
Serão micro, pequenas e grandes guerras desencadeadas pelo poder paralelo, contra os ricos e nações ricas .
O poder paralelo camuflado é invencível e teve sua criação facilitada pela má distribuição da renda e, portanto, tem o apóio de todos os excluídos.
Não é só a exclusão de humanos pobres a verdadeira causa, é também a realidade que mostra o desejo de algumas regiões mais desenvolvidas quererem separar-se das regiões um pouco atrasadas .

Existe um programa social baseado em sugestões de excluídos que poderá sustar essa guerra terrorista aparentemente apoiada somente pelos excluídos . Se for posto em prática o programa, os excluídos não serão mais sustentáculo de facções.
A principal mudança no social será a transferência da contribuição social dos empregadores e empregados para os consumidores de bens, mercadorias e serviços para que, todos , honestos e desonestos, contribuam desde o nascimento ate á morte.
Aposentadoria ou reforma deve ser o valor mínimo indispensável ; valor igual para todos os contribuintes. Não importa o valor da contribuição.
.A alta contribuição dos ricos e grandes consumidores é a devolução de tudo que a ganância açambarcou . a Ganância criou o pauperismo que pode ser extinto por uma justa distribuição da renda.
Eu não sou contra os ricos e penso que DEUS também ao é contra. DEUS é rico e eu também gostaria de ser . O que Deus não gosta é de sentir fome e outras carência no corpo humano.
A distribuição justa da renda , não vai ser o fim dos ricos porque pode torná-los mais ricos ainda e ,pode também, acalmar a ira de Deus e da Natureza que nos castiga com tufões, furações mais outras violências, .doenças, e pragas. Eu tenho o resumo do programa dos excluídos para ajustar o social. Posso enviá-lo a quem o solicitar
bernardolopes@superig.com.br.. Lopesdarocha@sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 14:03
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Sábado, 5 de Novembro de 2005

...

Amigos de Olivença. O meu voto é para que...
Nunca votei. Saí de Portugal com vinte e oito anos completos. Servi o exército mas nunca servi a política pois não havia meios que eu pudesse usar para participar , Quando eram realizadas eleições para- inglês ver – distribuíam-se cédulas para os amigos da situação votarem. A mim nunca deram a cédula; acho que a PIDE, por intuição, sabia que eu era contra,
Com certeza,era isso, porque quando alguém dizia; - Angola é nossa-, eu tentava logo vender a minha parte
A situação dos outros não me preocupava porque eu não dependia de emprego para viver. Reconheço o erro !
Sempre escutei o rádio e lia o jornal O rádio era mais para ouvir música. O noticiário era chato; guerra da Coréia e outras, revoluções mais a guerra fria e ameaça de guerra mundial com uso de armas nucleares, só me faziam pensar que em Portugal estava tudo bem. Eu até gostava do Governo de Salazar, apesar da pobreza, por saber que outros Países tinham o mesmo problema.
Nas minhas conversas com pessoas amigas ou não, eu sempre dizia algo contra a guerra colonial e por isso alguém disse-me; As tuas teorias podem ser aceitas no Brasil, onde tens família!. Eu entendi e por isso estou no Brasil, há 44 anos.
Os imigrantes podem votar mas eu nunca votei. No próximo ano talvez vote , e posso até votar no Cavaco, se ele garantir que vai dar poder aos amigos de Olivença para negociar a reintegração de Olivença ao território português, mais o valor da exploração ilegal do território usurpado.
Quanto aos oliventinos, sabemos que se consideram espanhóis,porque a quase totalidade deles nem sabem o que aconteceu de horrível na terra que ocupam, por isso vamos oferecer-lhe a dupla nacionalidade. Se não aceitarem, terão que optar entre legalizar-se ou sair .
No caso do Governo espanhol não aceitar negociar, teremos que partir para a invasão pacífica, usando o método que os -- sem terra –usam aqui no Brasil. Eles ocupam as fazendas ou bloqueiam estradas e só partem para a violência em resposta a violência.
Todo o dia leio algum jornal de Lisboa ou Porto, e conclua que o crescimento de Portugal não depende somente do presidente. É difícil de acontecer o crescimento ,sem a participação do povo e da imprensa livre que devem denunciar a corrupção de, grandes e pequenos,sem cessar. O governo também precisa de ajuda.
Lopesdarocha @sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 21:59
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Terça-feira, 1 de Novembro de 2005

Vamos dividir a Espanha

Contribuição paranóica... Vamos dividir a Espanha
A Espanha, inventada por Castela e administrada em Madrid, nunca pensou dividir-se pelas nações que anexou .
Se Castela pensasse dividir-se seriam evitadas noventa por cento das guerras peninsulares geradas pela mente possessiva dos reis de Castela, que só conseguiram gerar o ódio que vai implodir a união das 17 regiões autônomas .
A meta da Castela, sitiada no interior da Península, era excluir as famílias reais das outras nações Ibéricas ou hispânicas que a cercam; esse cerco dava-lhe,realmente, a sensação de reino sitiado. Nem assim pensou negociar nem ceder algo a Portugal, para tê-lo como aliado, porque o real objetivo era uma única família real na península . Não conseguiu o objetivo! Do sonho castelhano só vai restar a Língua.
As nações hispânicas jamais serão uma só nação . O ideal separatista cresce impulsionado pelo sentimento de vingança cuja conseqüência vai ser o desmantelamento do domínio castelhano imposto á força sobre as demais nações hispânicas.
Castela. a velha e a nova sempre tentaram e conseguiram por muito tempo o domínio de toda a península, considerando os sessenta anos que Portugal ficou dominado.
Chegou o tempo de inverter situação: Vamos anexar as Castelas e deixar a cidade de Madrid , neutra, protegida pelos quatro estados que formarão a península e, futuramente, poderá ser a sede da EU ou da ONU . Então ficará assim! O País basco , Santander e Aragão anexarão Castela a velha , A Galícia, Leão e Astúrias se anexarão mutuamente; Catalunha Múrcia e Valencia e arquipélago das Canárias, anexarão A Castela nova. Portugal , Estremadura e Andaluzia se anexarão mutuamente.
Das Castelas opressoras só restará a Língua que poderá ser o idioma oficial da Península ,
Bernardolopes@superig.com.b
publicado por blopesdarocha às 22:49
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