Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

O cigarro ou a liverdade

 Colaboração de  bernardo lopes da rocha

 

1 Quero deixar de fumar... 2 Deixar de gastar dinheiro...

3 Não posso mais suportar.. 4 Bolso liso nem mau cheiro//

 

5 Também vou deixar de beber..6 Não quero mais me encharcar...

7 Eu quero sentir o prazer...8 Sem ter que me embebedar.//

 

9 Quando penso desse jeito..10 Acho que achei a verdade..

11  Mas logo a seguir suspeito...12  Que a tenha achado tarde...//

 

 

13 Se não tivesse pensado...14 Em reagir com sensatez...

15 Teria meu tempo esgotado...16 Sem chance de outra vez.//

 

17 A minha intenção e boa..18  Porque é um desejo meu...

19 Não agirei mais á toa...20  Como sempre aconteceu.//

 

21 Preciso da mente ativa...22 Para me livrar do Tabaco...

23 Não devo andar á deriva...24 Não quero perder meu barco//

 

25 Cigarros de baixos teores...26 De alcatrão e nicotina...

27 Dizem que são melhores...28 Para te deixar na ruína...//

 

29- O fim a que se destina...30 Não faltará quem endosse...

31 Que com alcatrão e nicotina...32 Vais ganhar catarro e tosse...//

 

33 Catarro e tose não basta...34  Terás de  quebra um cancro...

35 Pois o fumante é uma besta...36  Que precisa de um tranco //

B L R

 

 

 Eu, Bernardo L R, desde 1933, instrução primária 1940 / 43  sou autor destes versos que me ajudaram a deixar de fumar.

Comecei a fumar aos oito anos e parei aos 58.  por isso, ainda estou vivo, e com saúde relativamente boa para a idade que tenho. A minha mente está mais ativa.

 

 

publicado por blopesdarocha às 16:34
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Domingo, 27 de Novembro de 2011

Cimeira U E- U E A

 

O parlamento da U E... existe? nem parece!

Eu acho que existe, mas  somente para observar e. assinar, se preciso for, os projetos dos legisladores ditadores ; Ângela. Sarkozi, G 7 e tal...Baseados nos "ditames" dos chefes do estado capitalista  que “paira” sobre os... Estados –nação.

Todos os (estados nação)  endividados que se vêem como pés de barro já acordaram  ruir no tempo certo, com a finalidade de destruir o império capitalista que existe á custa  do sangue monetário sugado do “povo” dos países  endividados. O fim dos credores vai acontecer com a ruptura dos pés de barro.

Não há crise que se possa comparar com  a causada pelas duas grandes guerras mundiais. Portanto, o que esta a acontecer. é algo que não tem relação com a suposta crise financeira, mas somente com o desentendimento na tentativa de distribuição da renda do alto escalão por eles mesmos..

Se o poder do capital sugado não for distribuído pelos - estados-nação-: começando pela U E; se  a renda mínima necessária  não chegar a cada desempregado de renda zero; se a previdência social não for única no mundo, então está fechado cerco para iniciar o confronto violento com o uso de qualquer arma usada nas lutas –corpo- a- corpo.

 O resultado será a derrota dos credores e o fim do endividamento. Restará o -Estado nação-  para financiar sem fins lucrativos. Tomara que assim seja, Do meu livro e sindicato dos excluídos

publicado por blopesdarocha às 22:04
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

A solução da crise européia está nas mãos da Alemanha

Artigo de José Serra    

A solução da crise européia está nas mãos da Alemanha.

 Em seguida, dez tópicos breves sobre o assunto.

1. A crise econômica é grave, afetando o terceiro PIB e o segundo centro financeiro do mundo. Com exceção de pequenos países como a Grécia, essa crise não foi provocada por gastança desenfreada dos diferentes governos. Mesmo a Itália, com uma relação dívida/ PIB muito alta, tinha um déficit fiscal moderado; a Espanha, um endividamento público baixo.

2. A crise é de confiança. Hoje, traduz-se no aumento vertiginoso do prêmio de risco de grandes países da Eurolândia (Itália, Espanha e, mesmo, França), ou seja, dos juros exigidos para refinanciar  as dívidas públicas dos governos. Aquele aumento, por sua vez, põe em risco a capacidade desses governos de honrar suas dívidas, num círculo vicioso, uma profecia que se autorrealiza.

3. Esse círculo vicioso se acentua pela terapia que a União Europeia vem adotando, a fim de manter ou recuperar a confiança do mercado financeiro: corte de gastos públicos e aumento de impostos. Mas isso acaba aumentando a desconfiança, pois o efeito colateral da terapia é jogar o crescimento econômico presente e o previsto para baixo e, junto, as receitas correntes dos governos, agravando a capacidade atual e prevista de honrarem suas dívidas.

4. A bola de neve da desconfiança foi deflagrada pela Grécia, cuja economia equivale a menos de 3% do PIB europeu. Não parece desproporcional? O problema é que há dez anos foi implantada uma moeda comum, o euro, como se a Europa fosse uma país federativo, à semelhança dos Estados Unidos ou do Brasil. Mas não era e não é. Não há livre mobilidade da força de trabalho. Não há seguridade social unificada. Não há política fiscal unificada. Não há um Tesouro Europeu. Não há um banco central para todas as horas, exceto para fixar juros que valem para todos os países, independentemente da sua situação econômico-financeira. Banco esse que é tutelado pela Alemanha e, em menor medida, pela França. (Tratei deste tema nos artigos Decifra-me ou te devoro e O Brasil e a crise: estresse, não catástrofe)

5. Acabar com a moeda única hoje desencadearia hiperinflação para uns e deflação violenta para outros (começando pela Alemanha) e representaria um golpe mortal para a integração econômica européia, com todas as implicações políticas que isso traria. Por outro lado, salvar o euro exige um aprofundamento dramático da união européia, sem que, para isso, estejam dadas, hoje, as condições políticas e sociais necessárias.

6. Uma terceira hipótese seria o caminho do banho-maria. Mas a histeria financeira e as inquietações sociais inviabilizam esse tratamento. Não parece haver muita chance de “ganhar tempo”, exceto na direção gradual àquele aprofundamento. O preço é não oferecer a segurança que todos desejariam a médio e longo prazos.

7. Acreditem os leitores: já está tudo diagnosticado, as opções de políticas econômicas são conhecidas. A ponta do barbante a ser puxada é a emissão de dívida europeia, do conjunto dos países, baseada em eurotítulos. Como fez o Tesouro Brasileiro nos anos 90 (governo FHC), quando absorveu as dívidas dos estados e emitiu títulos federais como suporte. Ou o Federal Reserve norteamericano em relação às dívidas impagáveis da Califórnia.

8. Quem resiste a isso? De cara, a Alemanha, além de três ou quatro países menores, cujas dívidas públicas ficariam um pouco mais caras. Mas não seria absurdo, diante dos prejuízos que eles mesmos terão se o euro naufragar. Lembre-se que dois terços das exportações da Alemanha vão para a União Europeia, que, diante do naugrágio, viraria, só para começar, uma verdadeira zona de hostilidades comerciais.

9. Como contrapartida, seria necessário estabelecer regras fiscais muito mais abrangentes e rígidas para todos os países. E ampliar a competência da própria União Europeia para acompanhar a situação fiscal de cada país. A inépcia no caso da Grécia foi emblemática: basta lembrar que, no processo orçamentário desse país, inexistia o requisito do “empenho” das verbas, dificultando ao máximo o controle dos gastos. Isso só foi descoberto pelo FMI há uns dois anos. No entanto, a Grécia foi incorporada ao euro no começo da década passada.

10. É difícil prever o que vai acontecer. Como dizia Winston Churchill, “um político precisa ter a capacidade de prever o que vai acontecer amanhã, na semana que vem, no mês que vem e no ano que vem. E ter a capacidade, depois, de explicar por que não aconteceu”. O caso dos economistas é, evidentemente pior, pois suas previsões afetam o dinheiro no bolso de todos, principalmente dos que neles creem.

publicado por blopesdarocha às 10:40
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A solução da crise Europeia está nas mãos da Alemanha

A solução da crise européia está nas mãos da Alemanha. ????

 

O decálogo de Moisés conhecido como: dez mandamentos da lei de Deus determina como deve comportar-se cada pessoa, mas não deu certo porque o direito de livre escolha impossibilita a implantação do reino da solidariedade. O autor sabia que era improvável o êxito; mas tinha que avisar.

 

O decálogo, do gênero  político, escrito por José Serra. também não pode dar certo. mas dá para levar do mesmo modo que o de Moisés, com acertos  erros solucionáveis

 

O número  4 do seu decálogo é—um  comentário—que diz mais que todos os comentários que eu poderia imaginar

 

Eu, - europeu- no que se refere aos povos europeus, posso dizer que são os inimigos mais amigos depois de qualquer confronto bélico e, certamente, também serão depois terminar a guerra financeira.

 

É mais uma que a Alemanha vai perde (a contra gosto dos alemães)  com risco de voltar a  ser a Prússia que Bismark. apagou.

 

A Sra Ângela Markel  e Cia precisam saber que o tamanho territorial e a riqueza dos seus Países não acrescenta valores morais ao seu porte físico nem ao seu caráter. Também devem se conscientizar de que a retirada dos endividados deixa um buraco que vai engolir os ricos.   Cuidado com as humilhações!

16/11/2011 Por joseserra

A solução da crise européia está nas mãos da Alemanha.

 Em seguida, dez tópicos breves sobre o assunto.

1. A crise econômica é grave, afetando o terceiro PIB e o segundo centro financeiro do mundo. Com exceção de pequenos países como a Grécia, essa crise não foi provocada por gastança desenfreada dos diferentes governos. Mesmo a Itália, com uma relação dívida/ PIB muito alta, tinha um déficit fiscal moderado; a Espanha, um endividamento público baixo.

2. A crise é de confiança. Hoje, traduz-se no aumento vertiginoso do prêmio de risco de grandes países da Eurolândia (Itália, Espanha e, mesmo, França), ou seja, dos juros exigidos para refinanciar  as dívidas públicas dos governos. Aquele aumento, por sua vez, põe em risco a capacidade desses governos de honrar suas dívidas, num círculo vicioso, uma profecia que se autorrealiza.

3. Esse círculo vicioso se acentua pela terapia que a União Europeia vem adotando, a fim de manter ou recuperar a confiança do mercado financeiro: corte de gastos públicos e aumento de impostos. Mas isso acaba aumentando a desconfiança, pois o efeito colateral da terapia é jogar o crescimento econômico presente e o previsto para baixo e, junto, as receitas correntes dos governos, agravando a capacidade atual e prevista de honrarem suas dívidas.

4. A bola de neve da desconfiança foi deflagrada pela Grécia, cuja economia equivale a menos de 3% do PIB europeu. Não parece desproporcional? O problema é que há dez anos foi implantada uma moeda comum, o euro, como se a Europa fosse uma país federativo, à semelhança dos Estados Unidos ou do Brasil. Mas não era e não é. Não há livre mobilidade da força de trabalho. Não há seguridade social unificada. Não há política fiscal unificada. Não há um Tesouro Europeu. Não há um banco central para todas as horas, exceto para fixar juros que valem para todos os países, independentemente da sua situação econômico-financeira. Banco esse que é tutelado pela Alemanha e, em menor medida, pela França. (Tratei deste tema nos artigos Decifra-me ou te devoro e O Brasil e a crise: estresse, não catástrofe)

5. Acabar com a moeda única hoje desencadearia hiperinflação para uns e deflação violenta para outros (começando pela Alemanha) e representaria um golpe mortal para a integração econômica européia, com todas as implicações políticas que isso traria. Por outro lado, salvar o euro exige um aprofundamento dramático da união européia, sem que, para isso, estejam dadas, hoje, as condições políticas e sociais necessárias.

6. Uma terceira hipótese seria o caminho do banho-maria. Mas a histeria financeira e as inquietações sociais inviabilizam esse tratamento. Não parece haver muita chance de “ganhar tempo”, exceto na direção gradual àquele aprofundamento. O preço é não oferecer a segurança que todos desejariam a médio e longo prazos.

7. Acreditem os leitores: já está tudo diagnosticado, as opções de políticas econômicas são conhecidas. A ponta do barbante a ser puxada é a emissão de dívida europeia, do conjunto dos países, baseada em eurotítulos. Como fez o Tesouro Brasileiro nos anos 90 (governo FHC), quando absorveu as dívidas dos estados e emitiu títulos federais como suporte. Ou o Federal Reserve norteamericano em relação às dívidas impagáveis da Califórnia.

8. Quem resiste a isso? De cara, a Alemanha, além de três ou quatro países menores, cujas dívidas públicas ficariam um pouco mais caras. Mas não seria absurdo, diante dos prejuízos que eles mesmos terão se o euro naufragar. Lembre-se que dois terços das exportações da Alemanha vão para a União Europeia, que, diante do naugrágio, viraria, só para começar, uma verdadeira zona de hostilidades comerciais.

9. Como contrapartida, seria necessário estabelecer regras fiscais muito mais abrangentes e rígidas para todos os países. E ampliar a competência da própria União Europeia para acompanhar a situação fiscal de cada país. A inépcia no caso da Grécia foi emblemática: basta lembrar que, no processo orçamentário desse país, inexistia o requisito do “empenho” das verbas, dificultando ao máximo o controle dos gastos. Isso só foi descoberto pelo FMI há uns dois anos. No entanto, a Grécia foi incorporada ao euro no começo da década passada.

10. É difícil prever o que vai acontecer. Como dizia Winston Churchill, “um político precisa ter a capacidade de prever o que vai acontecer amanhã, na semana que vem, no mês que vem e no ano que vem. E ter a capacidade, depois, de explicar por que não aconteceu”. O caso dos economistas é, evidentemente pior, pois suas previsões afetam o dinheiro no bolso de todos, principalmente dos que neles creem.

 

 

publicado por blopesdarocha às 10:23
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Divisor de águas

 

 

12/11/11...Por Paul Kennedy*, do New York TimesExcelente artigo de Paul Kennedy sobre as grandes inflexões na história da humanidade. Concordemos ou não com tudo, ajuda a pensar. J Serra

 

Comentário de Bernardo LR

 

O imaginado divisor de águas nunca pode ser aplicado nas águas revoltas da moralidade encharcada de ideologias do tipo extra, meio extra e intragável. Os divisores de águas supostamente acontecidos foram atravessados por todos os tipos de anjos e diabos que atualmente conhecemos como corruptos e demais pecadores. Nada  mudou para melhor

no--universo miniaturizado-- sem deixar de ser imensurável—que está no templo Craniano que carregamos em cima do pescoço  A única mudança visível e sentida está na tecnologia mecânica, elétrica e eletrônica. aplicável em todas as  dimensões que conhecemos. Tudo que foi inventados é indispensável na criação de um Paraíso para os justos, mas também é indispensável para criar o inferno que os injustos (usuários da faca de dois gumes da lenda)  sempre  usam  em todas as partilhas das quais l participam.   O suposto divisor de águas só existiu na forma de fronteiras e do céu e inferno. com resultado sempre negativo. O que se refere as moedas fortes está fora do controle dos Paises citados que  nada mais poderão fazer contra o poderoso capital do governo paralelo infiltrado no legal. Não há meio divisor que os separe.  Sodoma e Gomorra;   Caím e Abel não são mito Assim como era; é agora e sempre um mundo com menos de 50 justos.

publicado por blopesdarocha às 09:22
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

Comentando artigo de José Serra

Comentado o Artigo de José Serra publicado no seu blog  em 07/11/11

Minha fala hoje no Encontro do Instituto Teotônio Vilela do PSDB, no Rio de janeiro

 

Este comentário é repetição parcial em  formas diferentes do plano dos excluídos porque acreditamos que a repetição das batidas leva os senhores mais fechados a abrir as portas

è uma sugestão de Cristo

 

Eu, sou da classe excluída. e silenciada por força maior e, por isso , escrevo como se fosse  o representante legal  do sindicato dos excluídos sediado  nos espaços cedidos nos  sites de  políticos e outros que  se expresam de maneira franca e transparente como o Sr J Serra.

Sr  J Serra. No comentário a seguir, apenas sugestões dos –  renda zero- desempregados. por que   está claro nos seus  Artigos que eles tem prioridade nos seus   planos sociais.

 

Sugestões: 1ª) Nós. os - renda zero- desempregados desprezamos a caridade e esmola humilhantes só: queremos respeito e salário garantido acrescido de  20%-para  cada dependente menor, em troca de trabalho comunitário até que apareça emprego.

 

Essa medida visa  zerar a  violência causada pela falta de alimento, vestuário e abrigo. As demais violências atribuídas a supostos problemas psicológicos dos gananciosos, víciados em drogas e corrupção , ficam entregues á  polícia que as combaterá conforme as  normas  encontradas por especialistas da área

 

2ª) Dispensamos ONGS e Igrejas. ( sem dificultar os ensinamentos de Cristo que são o Caminho a Verdade e a Vida que nos abre as Portas do Paraíso)  Mas, para que as  toleremos  terão de  ajudar  nos   serviços que  mais convém aos pobres  da região onde estão os prédios –sede- que devem ser  utilizados pelos excluídos e desabrigados incluindo os que  vem de longe para ser atendidos nos Hospitais.

 

 3ª Para que o exposto seja passível e possível de implantar com êxito,  é necessário  acrescentar ás compras dos consumidores de qualquer produto e serviço na última transação -uma percentagem a estudar- para substituir a contribuição de empregados e empregadores. que se tornou insuficiente e insuportável.

 

 A  contribuição através das compras é proporcional ao poder aquisitivo para  atingir  mais os ricos, tanto  os honestos como os desonestos e, segundo os excluídos, é uma forma de devolver aos pobres o excesso retido que gerou a miséria. Como os pobres e ricos são moralmente iguais, ninguém poderá ser dispensado de contribuir desde o primeiro até ao último suspiro.

 

 Assim  o saldo da previdência e seguro social sempre será positivo  e ninguém precisará de comprovantes para exigir os direitos por que  todos são consumidores .O sistema de contribuição parcialmente descrito baixa o custo operacional e  tranqüiliza os empregadores: por que chegou  o fim do medo  de contratar.

 

Este comentário; é parte do plano baseado nas broncas desabafos dos excluídos. O plano contem as soluções para colocar na classe  de contribuintes, os mais de mil milhões de subnutridos que vivem com menos de dois dólares por dia

publicado por blopesdarocha às 10:35
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

A nova realidade

 

De ontem no Económico

Eis a dura realidade: os credores precisam dos devedores   Bem-aventurados os credores, porque possuirão a terra. Não se trata do Sermão da Montanha, muito embora os credores acreditem nele: se fôssemos todos credores não teríamos dívidas por pagar nem crises financeiras.  É urgente redescobrir esses interesses recíprocos. Os credores não vendem ao planeta Marte. Vivemos todos no mesmo planeta, por isso, façam o favor de chegar a um acordo para pôr a casa em ordem - e já.Tradução de Ana Pina
____Martin Wolf, Colunista do Financial Times Martin Wolf  
06/11/11 08:38

A Sra Merkel; principalmente  ela, mas tambem seus parceiros precisam de recordar os nefastos efeitos da ambição de muitos alemães causadores de 2 guerras que mataram mais  60 milhões  de Pessoas. e recordar também a ajuda emerecida que receberam  dos vencedores.. Está claro que A Sra Merkel  já declarou uma nova guerra que não mata pessoas mas humilha nações. Alemanha e seu novo eixo vão perder a nova guerra se não considerar a opinião de Martin Wolf e de alguns comentaristas desconhecidos dos politicos e do próprio povo,

 

publicado por blopesdarocha às 18:47
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Os credores precisam dos devedores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eis a dura realidade: os credores precisam dos devedores

Martin Wolf  

Bem-aventurados os credores, porque possuirão a terra. Não se trata do Sermão da Montanha, muito embora os credores acreditem nele: se fôssemos todos credores não teríamos dívidas por pagar nem crises financeiras.

No entender dos credores, é assim que nos devemos comportar. Pois bem, estão errados. Como o mundo não pode negociar com Marte, os credores são inseparáveis dos devedores. Aqueles têm de acumular activos sobre estes, ou seja, acabam por tornar-se vítimas da sua própria armadilha.

Três das quatro maiores economias do mundo - China, Alemanha e Japão - são credores, gerem excedentes da balança corrente em tempos de bonança e de crise, e julgam-se no direito de repreender os devedores acerca das suas loucuras. A China, superpotência ascendente, adora admoestar os EUA pela sua imprudência. O Japão, aliado dos EUA, é mais discreto. No caso da Alemanha, as suas ambições estão mais perto de casa, uma vez que deseja transformar os seus parceiros da zona euro em bons alemães.

Os credores são vulneráveis. A sua economia tem capacidade para fornecer bens e serviços que agradam mais a quem pede emprestado e que, assim sendo, compram mais do que os residentes alguma vez comprariam. As economias deficitárias são imagens invertidas: a capacidade para fornecer esses bens e serviços fica aquém da procura. Estes excedentes e défices estão incorporados nos dois tipos de economia.

Entre os países credores, os produtores de bens e serviços transaccionáveis constituem um lóbi poderoso para o fornecimento de crédito aos devedores. Mas o financiamento privado vai acabar assim que os financeiros se aperceberem do quão mau tem sido o seu crédito. Os governantes ficarão, assim, entre a espada e a parede: ou deitam dinheiro à rua investindo novamente num mau negócio ou toleram um ajustamento brutal, na medida em que os seus mercados vão desaparecer. Ao castigar os devedores perdulários estão, também, a lesar os seus cidadãos.

Esta história está no cerne do que se passa actualmente no mundo. Tal como esteve no cerne da agenda da cimeira europeia realizada na semana passada e do encontro do G20, ontem e hoje em Cannes. Mas não só. Como referiu recentemente Mervyn King, governador do Banco de Inglaterra, está no cerne de todas as crises desde 2007: "Excedentes comerciais persistentes nalguns países e défices noutros não reflectem um fluxo de capital para países com oportunidades de investimento lucrativas, mas sim para países que se endividaram para financiar o consumo ou que perderam competitividade. Daí resultaram níveis de consumo elevados insustentáveis (quer público quer privado) nos EUA, no Reino Unido e num conjunto de outras economias desenvolvidas, e níveis de consumo baixos insustentáveis na China e noutras economias asiáticas, bem como em algumas economias desenvolvidas com excedentes comerciais persistentes, como a Alemanha e o Japão." Resumindo, todos ajudaram à festa (leia-se confusão) e agora todos têm de desempenhar o seu papel na busca de uma solução.

Já dizia o poeta britânico A.E. Housman que pensar que dois e dois são quatro, e não cinco ou três, tornou há muito o coração do homem pesaroso, o qual permanecerá assim por muito mais tempo. Ora bem, não é possível manter excedentes e recusar financiar défices alheios. No entanto, é isso que a Alemanha está a tentar fazer. É Berlim quem, de facto, controla o Banco Central Europeu. Além disso, tem o ‘rating' de crédito mais forte. Ou seja, pode decidir como os mecanismos de resgate vão funcionar. Infelizmente, mal, como escreveu o economista-chefe do Citigroup, Willem Buiter, no Financial Times. Porém, nem a França pode fazer mais do que resmungar sobre o resultado de tudo isto.

O país com crédito dita as regras. Os devedores têm de implorar, especialmente num contexto de moeda fixa, sempre que é preciso financiamento para atenuar um ajustamento imposto pela via da deflação. Os credores também podem insistir na sua interpretação das causas da crise. A Alemanha diz que a culpa é das más políticas orçamentais, pelo que é necessário corrigi-las e impor uma política orçamental para todo o sempre. Bem-aventurados os virtuosos, porque possuirão a terra.

Esta perspectiva do mundo tem três inconvenientes: está errada, é contraproducente e desestabilizadora. Está errada porque nem todos os países atingidos pela crise tinham políticas orçamentais irresponsáveis. Em certos casos, sofreram mais com o endividamento e o crédito privado irresponsáveis. É contraproducente porque se todos os Estados membros tentarem restringir a política orçamental ao mesmo tempo vão ficar mais pobres, incluindo os credores. Esta perspectiva é igualmente desestabilizadora porque, para sair desta armadilha, a zona euro terá de mudar para uma situação de excedente externo. Não é boa ideia solucionar os desequilíbrios internos agravando os globais.

A Alemanha quer reduzir o financiamento e, simultaneamente, manter excedentes externos elevados. Isto não vai funcionar. Haverá quem diga que a Alemanha se ajustou ao excedente na década de 2000. O que impede os seus parceiros de fazer o mesmo? A Alemanha entrou em excedente com países dispostos a gerir défices, mas Berlim não quer gerir défices. Perante isto, os seus parceiros não poderão gerir excedentes, a não ser que o façam com o mundo. Tal só seria possível se o euro fosse alvo de uma depreciação acentuada ou se os países fracos mergulhassem numa recessão, o que implicaria vagas de incumprimento soberano e bancário, que culminariam na desintegração da zona euro. Um ajustamento unilateral como este está condenado ao fracasso.

Entretanto, a zona euro parece ter concluído que precisa da ajuda da China. Não se percebe como chegaram a essa conclusão. Há dinheiro disponível na zona euro. O que falta é muito simplesmente vontade de assumir riscos por perdas. Em todo o caso, e como escreveu o economista chinês Yu Yongding no Financial Times, a China não vai assumir esse risco. É loucura pensar o contrário, ou não fossem os custos económicos ou políticos proibitivos.

No fim de contas, a China já tem de gerir o risco por perdas massivas nas suas reservas - avaliadas actualmente em 3,2 biliões de dólares. Essa saída de capitais públicos destinava-se a apoiar os seus excedentes comerciais, no entanto, ao tentar gerir a relação cambial com os EUA, acabaram por ser esses excedentes a controlar o banco central. A China pode bufar de raiva, mas só lhe restam duas hipóteses: continuar a comprar o dinheiro emitido pelos EUA para manter a competitividade, ou deixar de comprar. Se comprar, está a deitar dinheiro à rua investindo novamente num mau negócio. Se deixar de comprar impõe um choque a si própria.

Serão os credores que governam o mundo? Não propriamente. A curto prazo podem ameaçar fechar a torneira do crédito, mas os seus excedentes dependem da vontade e habilidade de outros gerirem défices. Seria mais sensato admitir que os perdulários pediram demasiado dinheiro emprestado porque os supostamente prudentes estavam dispostos a emprestar em demasia. A partir do momento em que aceitarmos que ambos estão implicados, ambos terão de se ajustar. Impor ajustamentos unilaterais a antigos devedores não vai dar resultado. Como a pequena Grécia está prestes a provar, os devedores podem infligir grandes danos a toda a gente, como os EUA descobriram durante a Grande Depressão. É urgente redescobrir esses interesses recíprocos. Os credores não vendem ao planeta Marte. Vivemos todos no mesmo planeta, por isso, façam o favor de chegar a um acordo para pôr a casa em ordem - e já.

Tradução de Ana Pina
____

Martin Wolf, Colunista do Financial Times

publicado por blopesdarocha às 18:43
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Grécia: vítima n°1

 

A  União Européia não existe realmente. Na prática  só existem dois ...di..dit...  (manda mais) que mantém o Parlamento apagado e uma comissão  fantasmagórico. Na comissão de frente, do carnaval político, estão os  02 fanfarões: A  Merkel e Sarkozi seguidos e  apoiados pelo  G7 ricos +13  quase,  Sendo assim fica evidente que os restantes da U E são visto, pelo G2, europeu, como classe pobre incompetente e, por isso, estão  com o sua liberdade controlada pelos... ditadores   A discriminação de país por outro é escândalo: entre pessoas é crime .Enquanto a  Alemanha e França não se sujeitarem as decisões do Parlamento da U E não existe a sonhada união de países independentes . Então, se algum país tem que sair da união que sejam os belicosos  Alemanha e França: os restantes ainda não esqueceram a tendência expansionista de Hitler e Napoleão.  Se o parlamento da U E não for reconhecido como poder  decisório e supremo: então a  Europa já está no inferno –bélico- em que sempre esteve..  

publicado por blopesdarocha às 13:30
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011

Nem maluco implode a simesmo

 

A implosão do euro ou a guerra

A Europa está numa situação dificílima: faltam estadistas e sobram líderes políticos. Qualquer uma das soluções para a crise parece ser dramática, sustenta Nicolau Santos, diretor-adjunto do Expresso.

13:17 Quarta feira, 2 de novembro de 2011


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/a-implosao-do-euro-ou-a-guerra=f684825#ixzz1ca44I9Lf

 

 

 Se todos os países da U E deixassem de existir como paises independentes ,  seria bom para  todos. Porém se uns poucos ficarem de fora, os restantes podem reacender o nacionalismo que – em termos de Europa- pode ser perigoso e destruidor, mas não tanto como a 2ª guerra mundial deflagrada pela Alemanha. A “guerra” atual é econômica e não destrói riquezas materiais nem faz vítimas fatais. Comparando-as fica claro que a guerra travada no campo da economia: é um jogo azarado, ardiloso bancado pelo capitalismo mafioso que, - por mais um pouco e tempo- se manterá acima das nações “desunidas” A –troika- procuradora dos credores da sociedade... capitalismo anônimo ilimitado, vai ter que procurar acordo em vez de ditar e  impor condições. O acordo pode livrar  Alemanha de uma derrota, desta vez, na  guerra jogada em parceira com a...França.  A solução tem a parte drástica para os credores e a tranqüilizadora para os devedores, mas tem que ser  aceita.  Soluções: A 1ª está na divisão da divida por todos levando em conta a riqueza de cada membro.  A 2ª solução  está na unificação da previdência social e garantia de salário desemprego dos pobres - renda zero- que deve custeado por pequena   percentagem acrescida ao valor de cada compra  no varejo efetuadas na U E  Assim será  evitado  o excesso de emigração A 3ª solução depende de alterações  na OMC  As sugestões dos excluídos  tem ser apreciadas: eles tem muito a dizer!

publicado por blopesdarocha às 20:13
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