Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

NEM MOISÉS ENTENDEU A LEI DO DÍZIMO


Nem Moisés entendeu a lei do dízimo
Moisés recebeu os dez mandamentos que recomendam o respeito e condenam violência contra as pessoa humana e sua dignidade. É uma exigência a ser cumprida para recebermos as bênçãos. A maioria não levou a sério. Esse descaso afastou as bênçãos e atraiu as maldições que perturbam a nossa sociedade. Os maus continuaram agindo como maus sem se preocuparem com a condenação.

Em todas as religiões e sistemas políticos foram criadas leis severas para punir os infratores e, do mesmo modo, os malfeitores continuaram matando e fazendo tudo que o diabo gosta. Diabos como o crime organizado e outros diabos construtores de paraísos para eles mesmos e de infernos para os cordeiros de Deus.

Inspiração pode ser entendida como sugestão Divina. Acredito que é; pois se fosse ordem a cumprir seria tirar de nós a liberdade de escolha.
Deus, não tira de nós o que nos deu para ser usado neste mundo. Nem nos proíbe de rejeitar ou destruir o que recebemos.

Se Deus sugeriu que, 10% da produção deve ser dada aos pobres então, Ele mesmo, legalizou a miséria. . Deus, certamente, sugeriu que 50% deveriam ser destinados de obras publicas, 40% para distribuír pelos trabalhadores na forma de salário permanente. Os restantes 10% seriam considerado como comissão justa para os grandes e indispensáveis inventores e administradores. Mas os corruptos, daquele tempo bíblico, alteraram tudo para dominar e ainda usaram o nome de Deus para intimidar.

Pelas estatísticas podemos ver que os malfeitores, arruaceiros, mal educados, corruptos e os viciados em tóxicos etc, não são mais que 1% da população de qualquer País. É uma minoria, mas, nem tantos seriam precisos para espalhar o terror e a desordem em todos os setores da sociedade.
.
Nenhuma lei punitiva pode contê-los; só mesmo a lei do cão, que é a deles, poderia, mas não é recomendável nem tolerada pelos juízes.

Antes que a reação popular adote também, pra valer, a lei do cão, seria melhor, para os governantes, no caso do dízimo, analisar as sugestões de Deus, para, a partir delas, criar um plano que devolva aos excluídos tudo o que a ganância roubou deles.

Não quero dizer que devemos tirar dos ricos as suas fortunas para dividi-las com os pobres, pois essa medida levaria, na atual conjuntura política , a uma guerra que prejudicaria ainda mais os pobres, visto que, tirar dos pobres é fácil, mas tirar dos ricos é impossível.

Mas, para que a diferença se estabeleça num patamar mais baixo é preciso autorizar o seguro social da previdência social a cobrar o dizimo sobre todas as compras e serviços de todos os consumidores de qualquer classe.

Parece injustiça cobrar dos pobres mas não é. Certamente todos tiveram participação na criação dos males que nos afligem.

Esse imposto - Dizimo- será destinado ao pagamento de um salário, mais um terço do salário para cada dependente menor, a todos os desempregados que não tem renda própria suficiente, até ser constatada a possibilidade de estender o beneficio a todos. .

Com esse salário garantido, todos os excluídos e desempregados pobres ficariam á disposição do governo que certamente terá trabalho para todos até serem requisitados pala iniciativa privada.

Os justos deviam, sim; ser isentados, mas como não os conhecemos vamos desconsiderá-los.

Os excluídos concluíram que a garantia permanente do salário justo os colocaria na área de consumidores normais, pois esse plano seria o fim da mão de obra barata para servir o comercio ilegal e pirataria que são, indiretamente, campeões de sonegação de impostos no espaço do contrabando.

Depois de consolidada a cobrança do dízimo e ser constatado que é suficiente para cobrir os pagamentos citados acima, mais todas as despesas do sistema previdenciário, incluindo aposentadorias, manutenção e demais despesas hospitalares para manter assistência , então seria criada uma aposentadoria que seria de valor igual para todos pois não poderia ser proporcional á contribuição – via imposto,.

Não deve ser proporcional á contribuição porque se trata da devolução do excesso retido causado pela inversão da lei do dizimo (obra de corruptos) que levou vinte por cento da população a viver com menos de dois dólares por dia. Quem quiser melhorar o valor da aposentadoria terá que recorrer á previdência privada.

Se realmente foi constatado o êxito da cobrança do dízimo acrescentada ao valor das compras e serviços, deve-se isentar, imediatamente, da contribuição social todos os empregadores e empregados. Essa medida visa baixar o custo operacional e pagar o salário sem descontos e dispensar apresentação comprovantes de contribuição para requerer os direitos..

A contribuição parece uma cobrança injusta por atingir os pobres. no pouco que consomem, mas não é, pois trata-se de um conceito que a natureza ensina . O que a natureza nos dá nas boas colheitas ou tempestades destruidoras é para quem pode e quem não pode suportá-las.

Qualquer diferença na contribuição para beneficiar alguém, será um espaço aberto para manobras ilícitas. Por isso: nenhum consumidor final nem instituições poderão ser isentados. .

BLR          BLRiopaiva


 

publicado por blopesdarocha às 23:55
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2 comentários:
De Sex Shop a 31 de Março de 2009 às 14:28
Acho que todos devemos ser dizimistas
porem acho que ainda há um roubo.
Pois devemos dar o que podemos.
E na igreja eles falam que devemos dar 10% sendo que no final do mês se sobrar 2% é muito!


De Clube do Dinheiro | Previdência a 15 de Abril de 2016 às 09:32
Não sou muito favorável ao dízimo: Cristo não precisou de dinheiro de terceiros para evangelizar, assim como Pedro e seus demais sucessores!


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