Domingo, 12 de Julho de 2009

Crise social Mundial

 

 
 
 
G 8, G 14 ou G 20, não pode substituir o  (Grupo   ONU)
 
Não é possível acreditar que uma crise financeira possa surgir na forma de um vírus gripal. As crises financeiras, na  atualidade, parece mais, cria de virose mental que ataca os corruptos. Então posso pensar que:
 
Depois de um golpe, preparado cuidadosamente para  desencadear  a crise global em setembro de dois mil e oito, já se passaram 10 messes: tempo que os mentores acharam necessário  para alcançar o objetivo com o efeito do golpe premeditado.
 
Suspeitamos quem são eles, mas temos que ficar só na desconfiança pois, o numero de suspeitos pode ser muito alto. 
Vamos admitir que não foi um golpe de poucos, mas  provavelmente  foi um golpe de poucas máfias que beneficiou  todos os membros que se deram por satisfeitos com os resultados.
 
Agora com  o dinheiro lavado nos cofres do dos governos foi possível salvar bancos e muitas empresas
O dinheiro nas mãos dos governos, nunca pode estar sujo  venha, de onde vier. Esse dinheiro nunca esteve limpo antes para fortalecer o seguro social que é o banco dos excluídos e dos pobres, sem renda desempregados.
 
Também agora, mesmo devagar, para não darem  mancada, deram início á normalização, em alguns países.
 
Certamente, os gênios desses países, pequenos ou grandes, sabem o que fizeram e, portanto, também sabem como reverter a situação de modo que mostre  suas mãos como limpas
 
Eu acho que, inadvertidamente, esses gênios que servem os grandes corruptos  ricos (grupos)  analisaram levemente a solidez e equilíbrio  da media classe e, em  face dessa leviana análise, arruinaram parte dela que consumia o que agora está encalhado. A classe média endividada e a pobre mais enfraquecida causaram o desemprego
 
Essa falha  levou os corruptos a uma reflexão que salvou a si mesmos e  livrou da falência parte da classe média e evitou mais fome na classe pobre.
 
Na  continuação da crise, todos  seriam prejudicados: os excluídos da classe média e os pobres  pela fome e os ricos pela desordem e violência com baixas de ambas as partes na disputa do dinheiro sujo congestionado nos paraísos fiscais e da comida nas mesas fartas .   
 
Mas mesmo que o resultado fosse somente enfraquecimento geral, com morte  de muitos pobres desnutridos, seria a maior desgraça que os ricos teriam de suportar.
 
A classe rica não pode existir em paz sem a intermediação da classe média alta  mais uma subcalasse média baixa que substitua a classe pobre, mas poderia, até mesmo conviver com a pobre se lhes garantir  poder aquisitivo mínimo que evite a morte por desnutrição, doença ou falta de abrigo.  
 
Não há trabalho para todos os desempregados pobres e despreparados, mas não pode faltar-lhes  o salário assim como não pode faltar o oxigênio para todos; de qualquer classe. A falta de um ou do outro leva á morte. 
 
Deus distribuiu o oxigênio de modo que chegue a todos que dele dependem, mas não basta para se viver sem o alimento sólido e líquido que, para ser obtido, tem que chegar a cada humano pobre desempregado ou incapacitado, na forma de dinheiro  para comprar o alimento que evita a morte por desnutrição.
 
Então está claro que as mortes por desnutrição são culpa dos desgovernos que insistimos em chamar de governos.
 
Deus não fez o dinheiro porque deu talento e sabedoria aos humanos para criá-lo e distribuí-lo de maneira que ninguém ficasse privado dos alimentos que o Sol e a Terra produzem por Sua ordem.
 
A invenção do dinheiro pareceu, à grande maioria, ser útil para o bem e para o mal por facilitar, além das trocas, também escondê-lo  em pequeno espaço, mas usá-lo para facilitar a distribuição da renda, de maneira capaz de extinguir a classe pobre ,seria inconveniente pois, nesse caso, a classe média é que seria extinta.
 
Sem o (tampão - classe média-) Imaginem como seria a convivência entre os relativamente poucos ricos; talvez 20% contra os 80% restantes considerados pobres. Então, a classificação seria; (gente de 1ª e de 2ª = a discriminação Nº 01) que seria o fator principal para deflagrar a convulsão social latente, que trás em seu bojo o fim do sistema em vigor.
 
Não é possível encontrar a solução para alcançar a paz sem um seguro social global aplicado conforme o plano dos excluídos que já descrevi no meu blog e neste fórum e também  na consulta aos cidadãos Europeus
Bernardo Lopes da Rocha
 
 
 
 
publicado por blopesdarocha às 19:42
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