Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Importunando sem cessar com os mesmos argumentos como quem reza

Sugestão dos excluídos para por a casa em ordem

Importunando sem cessar,  com os mesmos argumentos, como quem reza.

 

.O crédito fácil Impulsionou o crescimento que era facilmente esgotada pelo próprio crédito,  Essa facilidade  endividou a classe media que sempre foi o sustentáculo da rica e da pobre.

 

Para endividados, os bancos não emprestam e para os pobres nunca emprestaram   Então a produção destinada há classe media endividada encalhou: cujos encalhes geraram a crise.

 

Os pobres; que por algum tempo puderam se servir do crédito fácil, estão inadimplentes. Já nem compram os eletros domésticos etc  que as classes  media e rica vendiam a preço baixo quando queriam substituí-los por modernos.  

 

 Portanto não adianta  injetar dinheiro na produção nem  baixar os juros para vender a quem  está  sem emprego,  sem bens e sem crédito.

 

 Nessa situação é imprescindível triplicar o salário mínimo e igualar ao novo mínimo os que forem ultrapassados. Os salários acima  do mínimo triplicado, até quatro  mínimos,  terão acréscimo de apenas  20%;  a partir daí o aumento deve ser igual a zero.

 

 Nesta crise: salários baixos são  Geradores de  desemprego.

 

Parece ironia, mas os governantes e empresários pessoas ricas, vão ter que investir nos salários e reformas baixas   para que  seja normalizado o poder de compra  da classe pobre, que vai consumir mais para matar a fome e comprar alguns dos apetrechos necessários que nunca  poderam comprar.

 

 Para  atender os milhões de novos  consumidores é preciso aumentar a produção  que para tal exige mais mão de obra. O resultado, certamente será o  fim da desnutrição  etc e  do desemprego.

 

Quem vai garantir o aumento dos salários?  Os ricos, o governo e empresários não vão  assumir a responsabilidade. Até certo ponto, os excluídos, dão-lhe razões.  Realmente  não é fácil bolar um plano de distribuição da renda que zere a fome e o desemprego garantido  com o  citado neste texto.

 

Mas, os excluídos têm o, plano - solução,  que só depende de isentar da contribuição para a previdência e seguro social,  os empregados e empregadores.  A contribuição passará a ser paga pelos consumidores, pobres e ricos, desde o nascimento até á morte.

 

A contribuição acrescida ao valor das compras e serviços atinge todos, honestos e desonestos, na proporção do poder aquisitivo. Este é o método mais adequado para devolver aos pobres o excesso retido ilegalmente pelos ricos: excesso que gerou a

exclusão social

 

Uma contribuição equivalente á metade do - milenar dizimo - que hoje seria 5% adicionado ás compras serviços  pode decuplicar a arrecadação que vai garantir  o salário desemprego sem interrupção

 

 A dispensa da contribuição de empregados e empregadores  baixa o custo operacional das empresas e facilita a admissão de funcionários, visto que a garantia dos direitos dos trabalhadores será do arrecadador: previdência e seguro social.

 

Para evitar confusão; a contribuição citada, não deve passar pelos cofres do fisco: tem que ir direta para a previdência e seguro social.

 

. A contribuição acrescida ao valor da compra tem  peso igual para todas as classes.   Somente assim é possível arrumar as casas de toda a U E segundo as opiniões dos excluídos que compõe este texto, que os governantes não querem escutar. É uma questão de tempo. Continuamos a bater na porta até que se abra ou se quebre. B L R do http://templodivinodaigrejaracional.blospot.com

publicado por blopesdarocha às 21:59
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