Domingo, 4 de Junho de 2006

administrar sem pressão política

Administrar sem pressão política.
Não existem problemas no interior de Portugal. Países pequenos quase não tem interior, embora o interior seja até o que está dentro das paredes de uma casa. Interior em Portugal começa, no máximo, a 60 quilômetros do mar e outro tanto a partir da Espanha. Vamos esquecer essa faixa para considerar como problemática somente a parte do território que fica além de 80 quilómetros a partir do mar até á Espanha, e desde o norte do País, até á divisa do Alentejo com o Algarve. Nesse espaço está o grande problema que precisa de tratamento diferenciado. Esse espaço precisa de incentivos fiscais que animem os residentes a permanecer e atraia os que saíram. Todos os impostos cobrados nessa área e o preço das mercadorias devem ser inferiores aos impostos e preços praticados na Espanha.
Portugal tem que trabalhar com preços impostos menores nessa área mesmo que essa pratica tenha algum custo para as áreas litorâneas e insulares mais desenvolvidas. Se não forem tomadas medidas para reduzir as diferenças regionais vamos ter mais separatistas tipo A J J que querem separar-se para não participar na recuperação das áreas mal atendidas. Uma nova regionalização não vai resolver o problema por que os pontos críticos vão permanecer. A solução depende mais do fortalecimento administrativo das freguesias que precisam de investimento para reconstruir os caminhos antigos que levam as propriedades abandonadas para que o cultivo das mesmas possa ser retomado. Nada de gerenciamento do governo central nem de intermediários inconvenientes. Do governo central, as freguesias, só precisam de investimento que deve ser administrado pelo presidente da junta, para acomodar, nas terras abandonadas, os retornados ou imigrantes estrangeiros que queiram participar da recuperação e repovoamento. http://lopesdarocha.blogs.sapo.pt
lopesdarocha@sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 15:55
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
26

27
28
29
30
31


.posts recentes

. Reforçando o combate à co...

. Espaço Sideral

. Confissões, Broncas e Des...

. Natal de famintos e empan...

. PIB isquêmico

. Plano de Lula para zerar ...

. A solução para a crise po...

. Criticar sem sugerir (mes...

. O euro veio para ficar e ...

. O euro veio para ficar

.arquivos

. Agosto 2017

. Junho 2017

. Agosto 2015

. Dezembro 2013

. Setembro 2013

. Junho 2013

. Abril 2013

. Dezembro 2012

. Junho 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Novembro 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Maio 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds