Terça-feira, 24 de Julho de 2007

União europeia sim. União Iberica não.

Olivença e seqüestro. Não é possível a união Ibérica. A Única união possível e desejada-U E- já existe e devemos concretizá-la uma vez se trata da união dos povos europeus e não dos territóros. A Espanha tem que ficar reduzida a Castela. Os povos não castelhanos querem a demarcação do seu território e seu próprio governante assim como Portugal conseguiu. A Espanha usurpou Olivença, mas terá que devolvê-la. Se isso não acontecer teremos um caso igual a Iuguslávia, portanto é bom que o governo de Madri libere os Bascos e devolva Olivença para que a união européia seja realmente uma união de povos com respeito pelo territórío de cada nação
Até 1492 não existia a Espanha nem língua espanhola; nessa data, Portugal já tinha 349 anos. De 1297- tratado de alcanises –feito por D. Diniz e D. Afonso IV de Castela, passaram 154 anos até 1492; data em a Espanha surgiu sem reclamar alterações na fronteira. Portanto a Espanha nasceu com a aceitação das fronteiras que existiam. Não houve problemas. Sem a ação nefasta de Napoleão, Olivença estaria com Portugal porque a guerra suja, a qual deram o nome de Guerra das laranjas, não teria acontecido. Não teria havido oportunidade para o general Godoy diminuir o território português. Podem dizer que os oliventinos vivem em paz. pois ninguém duvida. Não há disputas entre os Oliventinos; a disputa - abafada - que existe, é problema a resolver pelos governos de Lisboa e Madrid; é somente um Problema territorial que pode tirar a paz dos oliventinos atuais por causa do seqüestro e genocídio de portugueses do século 18 que habitavam Olivença; terra portuguesa. Sem Napoleão e Godoy, não teria acontecido a guerra das laranjas nem a anexação de Olivença que a Espanha transformou em cativeiro de portugueses . O Atual presidente de Portugal, tem que exigir a devolução de Olivença, mesmo que isso leve á suspensão do suposto bom relacionamento entre Lisboa e Madrid. Refiro-me só a Castela –Madrid -: as demais nações ibéricas, que querem a autonomia total, estão fora do relacionamento fictício entre Lisboa e Madrid.
lopesdarocha@sapo.pt
publicado por blopesdarocha às 19:31
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6 comentários:
De Manuel Quevedo a 13 de Agosto de 2007 às 22:39
União europeia sim. União Ibérica também.

Hola desconocido! Disculpa que no te escriba en portugués pero no lo domino aún bien, estoy en ello.

Sólo quería comentarte un par de cosas sobre tu escrito.

No me interesa entrar mucho en disputas absurdas sobre quien es más antiguo como país, sobre si Olivença es de unos o de otros, o sobre la inexistencia de Espanha como tal y yugoslavización peninsular. Son, sin duda, discuros inertes que no llevan a ningún sitio y que no hacen más que empeorar prejuicios y miedos infundados.

Portugal y Espanha son dos países con fronteras mentales, imaginarias, probocadas por conflictos del pasado, intereses partidistas e influencias desestabilizadoras, externas e internas. Espanha y Portugal no tienen fronteras reales.

La Unión europea es sin duda un logro, y la integración e interralación de todos sus países nos va a aportar mucho a todos, pero, ¿ la verdadera unión no debería empezar mirando a tu vecino real?

Portugal y Espanha son dos caras de una misma moneda, dos hermanos siameses que se han dado la espalda durante siglos, sin llegarse a ver bien los ojos, y percibir lo que tienen en común.

Una União ibérica nos haría más fuerte a los dos. Una Entidad, Iberia, supranacional y polilingúística, poliidentitaria y diversa. Desde Iberia, sin duda, espanholes y portugueses veremos el mundo con otros ojos, y percibiremos nuestro poder real como pueblo diverso y único, así como nuestra singularidad histórica. Desde el Atlántico al Mediterráneo, entre Europa y Áfrico, y con nuestra relación particular con América.

Y quiero que me entindas bien. La unión, aunque los portugueses siempre la habáis visto como una pérdida de vuestra identidad propia, ha de ser respetuosa con nuestra diversidad lingüística, cultural e identitaria. Una identidad, no homogeneizadora, sinó respetuosa con su diversidad, puesto que es eso mismo lo que nos da singularidad. Portugueses, espanholes, catalanes, vascos, andaluces, castellanos, islenhos...

Demos ejemplo al mundo fusionando dos pueblos hermanos, en una entidad, como ya hicieron los ítalos. Recuerda, amigo, que antes de lusos o hipanos fuimos íberos, el primer pueblo que habitó Europa desdués de la glaciación, que compratimos un territorio sin fronteras geográficas y que además, estoy seguro, los dos obtendremos beneficios en múltiples ámbitos de esa fusión.

Saludos companhero! Espero que redescubras tu iberismo innato, sé que habita en algún lugar de ti y que en algún momento, lo has intuido y visualizado como yo.


De João a 15 de Fevereiro de 2008 às 19:20
Apoiado!!!

União Europeia sim. União ibérica também!!!
:)


De João a 25 de Maio de 2009 às 23:36
OH MANUEL QUEVEDO, deixe-me dizer-lhe:

Gente como você é que devia de mandar nisto tudo!!!

Você já tem o meu apoio!!!


De Luis a 23 de Setembro de 2009 às 18:00
ABAIXO AO IBERISMO

VIVA A LUSOFONIA

PELA CRIAÇÃO DUMA CONFEDERAÇÃO LUSÓFONA


De nacho martínez a 26 de Janeiro de 2010 às 00:58
hay algunos portugueses que siguen, despues de 1000 años, como los catalanes y vascos apelando problemas historicos que ni fueron tan graves ni a dia de hoy existen. españoles y portugueses somos iguales. es un pueblo hispano mas, como los aragoneses, navarros, leoneses, gallegos, andaluces,...,con sus particularidades pero un pueblo hispano, ibero. los conflictos en el año 2010 es estupido. uniao iberica, siempre!! es lo natural.


De blopesdarocha a 30 de Janeiro de 2010 às 09:51

Eu, Bernardo Lopes da rocha, sou apenas alfabetizado. Esta qualificação me colocou perto dos excluídos e, precisamente por estar perto deles conheço o seu sofrimento e desespero. Esse conhecimento obriga-me a escrever em defesa deles, mostrando planos baseados nas suas sugestões

Com essas sugestões participei na consulta aos cidadãos europeus, proposta pela União Europeia.

Foi uma consulta em que todos – os que são, aparentemente da classe media baixa, manifestaram a sua preocupação com o futuro da Europa.

Essa manifestação mostrou que, as classes mais baixas, que sempre foram vitimas do desentendimento motivado pela ambição e egoísmos das famílias reais e sus colaboradores corruptos, são os mais interessados na consolidação da U E,

Eles querem acabar com o direito de herança que subjugou muitos povos, com alteração de fronteiras e conseqüentes guerras de libertação, em que os pobres eram obrigados a lutar involuntariamente na defesa da “praga” conhecida como nobreza.

Tudo isso levou os mais sofredores a apoiar o projeto de união.

Os participantes deram a sua opinião, mas se preocuparam mais com o idioma que devia ser o oficial e outras coisas parciais que não pesam muito na luta contra a corrupção violência e pobreza, talvez por desconhecimento de causa!

O principal, que no meu ponto de vista, não é dividir a renda, “isso é impossível” mas garantir a cada cidadão pobre o mínimo indispensável para que não exista a classe de subnutridos; não foi destaque (OS

Planos dos excluídos podem ser analisados neste Blog e outros que podem ser encontrados no google, procurando por; Bernardo Lopes da rocha)

Também não houve preocupação com as fronteira que demarcam Países e regiões. Para os amigos da U E, as fronteiras não são mais que folclore.

Mas para 5% da população que são os nacionalistas, tradicionalistas e fanáticos “ferrenhos” as fronteira e- regiões autônomas- tem que continuar. para que o egoísmo que é a qualidade daqueles que querem ser senhores do melhor; não morra.

A extinção da pobreza é para os –Ferrenhos—o fim dos seus sonhos: sonhos dos escravagistas!

Os – ferrenhos- são poucos. Mas são mais que suficientes para forçar mudanças.

Ferrenhos; é o nome que eu dou á súcia composta de egoístas, gananciosos, terroristas e corruptos que são os autênticos fanáticos paranóicos bitolados que vestem a pele do cordeiro e se fantasiam com as alegorias da gentileza.

Não há outro jeito: os pacíficos têm que escutá-los e negociar com eles. Não podemos esperar a extinção total das famílias reais, para que Olivença volte para Portugal; Ceuta e Mellila para o Marrocos e gibraltar para Andaluzia.

.Quanto aos focos viróticos que desequilibram a economia (Suíça, Liechtenstein e micro estados que nenhum vizinho quer anexar’; como ficam)? È um “mistério” que só mesmo os ferrenhos podem explicar

A Península escandinava, não é um único Pais! Então porquê a península ibérica devia ser? `melhor consolidar a U E; e deixar as fronteiras na área do folclore ou história.

Eu estou a tentar levar ao conhecimento dos governantes , através
dos meus blogs e espaços cedidos pelos jornais e sites da U E etc; o plano baseado em sugestões dos excluídos ; plano que visa globalizar o seguro social com a contribuição de todos os habitantes do planeta.

Visto que todos são consumidores a taxa para o seguro social tem que ser (uma percentagem acrescida ao valor da compra) para que todos contribuam para o custeio da reforma que devera ser de valor igual em todos os Países.

Agradeço a colaboração de todos e criticas e posso garantir que não estou preocupado com o iberismo . A minha preocupação é com os desempregados sem renda própria. Sem pobreza tudo se ajustará.

95% da população é pacifica, mas está involuntariamente envolvida na violencia forjada pelos ferrenhos infiltrados em todas os sistemas ideologias. B L R


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